Por que a Reprogramação Mental funciona?

Todo ser humano tem comportamentos, sentimentos, atitudes e até doenças que não gostaria de ter.  Você sabe por que isso acontece?
Primeiramente, precisamos entender que isso é normal e natural em todos nós. Às vezes mais, noutras menos, mas cada um tem suas limitações. Afinal, somos seres em processo, em desenvolvimento, sujeitos, portanto, a atos atrapalhados e a sentimentos negativos.
Portanto, precisamos compreender também que, tudo o que acontece conosco, de positivo ou de negativo, tem uma origem e essa origem decorre de um programa mental subconsciente.
É por esse motivo que reprogramar no subconsciente o que é negativo, é tão importante e necessário: o subconsciente simplesmente executa o que nele está registrado, ainda que não queiramos aquele sentimento, comportamento ou emoção.
Então, a partir de uma reprogramação mental, pela compreensão do fato perturbador sob outro ponto de vista que não mais o da perturbação, muda-se o efeito e o resultado passa a ser, automaticamente, o correspondente à nova programação.

Como podemos reprogramar nossa mente?

Primeiramente, precisamos nos conhecer. Saber como funciona a mente, consciente e subconsciente, saber como se estrutura a personalidade, desde a vida intrauterina ao processo de nascimento e infância.  
Afinal, nessas etapas, basicamente, são estabelecidas as programações que nos levarão, posteriormente, a ter determinados comportamentos, sentimentos, atitudes e todos os demais resultados, sejam positivos ou negativos.
Desse modo, quando sabemos como tudo funciona, pode-se fazer a reprogramação mental subconsciente. Em Parapsicologia, a fazemos através de um processo de hipnoterapia sistêmica em que se faz a regressão de memória até o fato causador do mal. 
Assim, esse fato, calcado em informações negativas, falsas ou exageradas, quando corrigido, faz com que a pessoa mude seus comportamentos, sentimentos e atitudes conforme a nova programação estabelecida.
São por essas razões, portanto, que a reprogramação funciona tão bem na vida de quem se submete a esse procedimento.
Texto de Vilson Stolf

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