A Covid-19 e as emoções

Você já teve a oportunidade de analisar o estado emocional das pessoas que foram contagiadas pela covid-19? E as emoções estado emocional das que não foram contagiadas?

Para nós que trabalhamos com emoções, fica cada vez mais evidente que o emocional é o termômetro que indica quem tem mais facilidade e quem mais dificilmente contrai o vírus ou qualquer outra doença.

Das pessoas contagiadas pela covid-19, das quais pudemos analisar informações mais precisas a respeito do estado emocional de cada uma, notamos três níveis de adoecimento correspondentes a três níveis de estado emocional distintos.

Aquelas com um estado emocional mais tranquilo, mais confiantes e seguras, contagiadas por conviverem com pessoas acometidas pela doença, tiveram sintomas leves e curaram-se com facilidade.

Por outro lado, aqueles que viviam um estado emocional mais difícil, angustiadas e inseguras, uma vez contagiadas, tiveram mais dificuldade em se curar e algumas até foram hospitalizadas.

E, por fim, as pessoas que viviam em grande desequilíbrio, emocionalmente falando, depressivas e com medo extremo de ficarem doentes, foram hospitalizadas, entubadas e algumas foram a óbito.

Poderíamos também mencionar um quarto grupo formado por aquelas pessoas muito tranquilas, seguras, alegres e confiantes que não foram e nem serão contagiadas por esse vírus, independentemente de vacina.

A relação entre o estado emocional e as doenças

Isso, mais uma vez, nos leva a confirmação de que, o que determina nossa saúde ou nossa doença – e a própria morte prematura ou morte natural numa idade avançada – é o estado emocional em que cada pessoa vive ao longo da vida. Isso vale para todas as doenças.

Por isso, pergunto: em que grupo você está?

Portanto, quando o corpo apresenta algum tipo de doença, precisamos nos perguntar que sentimentos nos fizeram adoecer.

É a famosa psicossomatização!

Assim, antes do corpo adoecer, a mente, de longa data, já estava “doente” e já vinha dando sinais por meio de emoções como a tristeza, raiva, mágoas, angústia, ansiedade e depressão.

No entanto, essa mente não foi atendida nos seus apelos para resolver a causa de seu sofrimento. Então, o sinal é dado com mais força através do corpo por meio das doenças que, em muitos casos, acabam levando o indivíduo a óbito.

Para finalizar, independentemente do coronavírus, queremos convidá-lo a desenvolver o hábito de se fazer uma autoanálise, para se conhecer e identificar de onde vêm aqueles sentimentos negativos que podem levá-lo a uma doença grave e até a morte prematura.

Olhar para as suas emoções e desenvolver o autoconhecimento pode ser a melhor forma de prevenção!

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