Enquanto humanos, somos seres em desenvolvimento, em processo. Ninguém está pronto, concluído. Portanto, não somos perfeitos e estamos sujeitos a atos atrapalhados. É da natureza humana às vezes falhar, não fazer da forma como gostaríamos ou ter sentimentos negativos.

É importante então, nos assumirmos como seres falíveis, vulneráveis e compreender a natureza dos atos atrapalhados, decorrentes de programações negativas. É necessário reconhecer nossas normais imperfeições.

Nenhum ser humano falha porque quer falhar ou erra porque escolheu errar. Somos levados, por uma força maior, a agir de forma atrapalhada. Portanto, ninguém é culpado pelos seus erros ou atitudes prejudiciais a si ou aos outros.

Culpa X Responsabilidade

Contudo, é preciso estarmos permanentemente comprometidos em fazer cada vez melhor, em acertar cada vez mais.

Isso não quer dizer que não temos responsabilidade por nossos atos, mas que não precisamos admitir a culpa, nem atribuir culpa ao outro. Apenas comprometer-nos a fazer melhor na próxima oportunidade.

É uma tendência da nossa mente racional, estar sempre buscando justificativas por nossos atos atrapalhados, desviando-nos de nossas responsabilidades e atribuindo culpa aos outros ou às circunstâncias da vida. Contudo, diante de uma atitude vitimista, perdemos a oportunidade única de aprendermos e crescermos com as situações cotidianas.

Erros, falhas e crises não são problemas em si, mas grandes oportunidades de reconhecer o poder que temos de superação, além de aprender e crescer com as dificuldades, transformando os desafios em novas vitórias. No entanto, isso, só é possível quando deixamos o vitimismo, paramos de culpar os outros e assumimos a responsabilidade pelos nossos atos, não a culpa.

Desdobramentos do sentimento de culpa

Se pararmos para analisar, um outro aspecto importante da culpa é que o culpado tem que ser punido. Esta é uma concepção milenar e por isso, tornou-se uma programação mental subconsciente que, no seu automatismo, se ninguém pune o culpado, o subconsciente, para cumprir sua função de executar o que nele está programado, atrai alguma forma de punição através das mais diversas formas de sofrimento.

Portanto, exima-se de toda e qualquer culpa, sem deixar de responsabilizar-se por seus atos negativos. Além disso, abdique do vitimismo, abrindo-se à possibilidade de aprendizado e crescimento inerente a cada situação desafiadora.

Sua vida, desafios, felicidade, tristeza, fracasso ou mesmo sucesso são sua responsabilidade, não culpa ou mérito de ninguém.

Você já percebeu em quantos momentos o sentimento de culpa tirou seu poder pessoal e fez com que você fizesse escolhas que não lhe trouxeram felicidade?

Quer saber mais? Acesse o vídeo: “Passado sem Culpa” 

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Até breve!

Texto de Vilson Rafael Stolf

Adaptação Marcela Salomão

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