Quem nunca ficou ansioso? Todos, em determinadas situações ou contextos, sentimos um certo nível de ansiedade, o que é absolutamente normal.

 Contudo, existem pessoas que vivem numa ansiedade constante e muito acima da média. Nesse caso, é preciso compreender que eventos ocorreram na vida dessas pessoas em que tal sentimento se manifesta de forma tão incontrolável.

O que é?

Ansiedade é a pressa de se ver logo o resultado, com medo de que algo dê errado, que não se dê conta de determinado compromisso ou de falhar diante de alguma responsabilidade. De uma forma ou de outra, a pessoa está sempre conectada à negatividade, imaginando o pior, o fracasso, advindo daí, a ansiedade.

Como o subconsciente – donde provem os sentimentos – não distingue o que é bom ou ruim, positivo ou negativo, sua leitura é de que, o que mais “povoa” a mente, é algo a ser executado. Assim, automaticamente e com mais frequência, como se levado pelo impulso, o ansioso acaba concretizando aquilo que mais teme, levando-o a fortalecer a crença por trás de sua ansiedade, tornando-se ainda mais ansioso.

Como se origina?

Como o subconsciente – donde provem os sentimentos – não distingue o que é bom ou ruim, positivo ou negativo, sua leitura é de que, o que mais “povoa” a mente, deve ser executado. Assim, automaticamente e com mais frequência, como se levado pelo impulso, o ansioso acaba concretizando aquilo que mais teme, levando-o a fortalecer a crença por trás de sua ansiedade, tornando-se ainda mais ansioso.

Em síntese, a ansiedade decorre da forte insegurança vivenciada antes dos cinco ou seis anos e, mais frequentemente, na vida intrauterina e/ou no nascimento, quando a mãe passa por sérias dificuldades em gerar o bebê, seja por não estar preparada, não desejar ser mãe naquele momento, ou até mesmo por qualquer ameaça de aborto que tenha ocorrido.

Além disso, pode ser explicada também por fatores externos como o relacionamento com o pai da criança, dificuldades financeiras e outros eventos que representaram para o filho(a) uma ameaça à sobrevivência.

Não raramente, é diante de uma ameaça à sobrevivência que se estabelece, no subconsciente, uma programação de insegurança. A partir de então, qualquer coisa na vida do adulto que pareça difícil, serve de gatilho para que ansiedade se manifeste. Ou seja, por parte do ansioso, as perspectivas de resultados e de sua capacidade são sempre negativas.

O que posso fazer?

Sendo uma ansiedade muito acima do normal, recomenda-se procurar uma orientação parapsicológica com profissional capacitado, com o objetivo de reprogramar o subconsciente em relação às causas que desencadeiam a ansiedade.

A pessoa, por si só, pode também se ajudar e até programar e/ou reprogramar seu subconsciente, buscando por autoconhecimento por meio de livros, cursos, vídeos e áudios. Além disso, repetições sistemáticas e imaginações positivas, que evitem o negativismo, podem ser extremamente eficazes.

Portanto, neste processo, é fundamental realizar uma retrospectiva, percebendo que, apesar da ansiedade, foi possível alcançar resultados positivos, ainda que em situações difíceis. E, reconhecer-se como mais capaz do que se pensava ser, afinal, os resultados comprovam isso.

Enfim, auxilia também desenvolver maior sensibilidade para perceber o belo, o bonito; encantar-se com a vida que pulsa à nossa volta e que vibra dentro de todo ser humano. Isto, por mais que soe como bobagem, é extramente útil, afinal, o estado de contemplação te traz para o momento presente.

Você sofre ou sofreu de ansiedade? Que tipo(s) de técnica(s) você considera mais eficaz para superá-la? Compartilhe conosco! Às vezes seu relato auxilia muitos dos que nos leem semanalmente! <3

Até breve!

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