Todos conhecemos pessoas muito amargas, tóxicas, agressivas e de difícil convivência.

Se você é uma pessoa tranquila, de bem com a vida, talvez não compreenda por que certas pessoas são tão difíceis.

Bem, para melhor lidar com pessoas assim, o primeiro passo é a compreensão, saber que nós trazemos características de comportamento segundo  o modo como foi estruturada a nossa personalidade.

Perceba que nossa personalidade foi estruturada a partir dos outros e do meio em que vivemos até os seis anos, aproximadamente, não sendo portanto, em um primeiro momento, uma escolha pessoal.

Deste modo, ela nos é passada, mas, posteriormente, podemos aperfeiçoar essa personalidade segundo nos for conveniente.

Outro passo importante é lembrar que ninguém é perfeito, nem você, nem eu, contudo, todos temos muito mais valores, virtudes e qualidades do que limitações.

Assim, as pessoas amargas, infelizes e às vezes agressivas, também têm valores e virtudes. Em essência, são pessoas boas!

Ninguém falha porque quer falhar. São circunstâncias, programações atrapalhadas que levam algumas pessoas a serem desagradáveis.

Como me relacionar melhor com pessoas difíceis?

Tente ver essas pessoas como um todo, não só pelo lado chato que elas apresentam, sem dar tanto peso às suas chatices.  Os outros só exercem poder sobre nós pois concedemos esse poder a eles.

Portanto, não dê poder ao outro de lhe deixar chateado e incomodado!

Por que sofrer com as limitações dos outros?

Compreenda as pessoas, leve na esportiva, não se chateie, converse com elas, diga como você se sente.

Em geral, as pessoas estão tão condicionadas a agir de um determinado modo que muitas vezes nem se dão conta dos seus comportamentos.

E, se você é dessas pessoas que ninguém quer como companhia, antes de achar que os outros são ruins, não gostam de você, perceba o que há com você que está sempre sendo excluída.

Via de regra, o problema não são os outros e sim como você se comporta na companhia dos outros.

Por fim, entenda que o ser humano é um ser em construção e que ninguém está pronto, ninguém é perfeito.

Logo, somos naturalmente falíveis. A sabedoria está em saber viver a unidade na diversidade.

É na caminhada que nos aperfeiçoamos, propiciando uma harmoniosa evolução, em que o bom e o positivo sempre se sobrepõem ao mal e ao negativo.

Quais as vantagens que se pode ter em ficar bravo, remoendo a chatice dos outros, afinal? Sejamos mais sensíveis ao belo e ao que é bom e, amorosamente, aperfeiçoemos o que precisa ser aperfeiçoado!

Texto de Vilson Rafael Stolf

Adaptação  por Marcela Salomão

Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
WhatsApp