Por que adoecemos? Será natural adoecermos para depois morrermos? Ou deveríamos morrer quando velhos, morrermos de tanto viver?

Se observarmos os demais seres que vivem em seu habitat natural, dificilmente vamos encontrar um animal agonizando, doente.

Tenho convicções de que o ser humano cria as próprias doenças por “inventar” formas de viver que o distancia da sua natureza original, comendo mal, dormindo mal, descuidando do seu corpo, se relacionando mal e, acima de tudo, vivendo mal emocionalmente.

Sempre agitado, tenso, angustiado, ansioso, triste, depressivo, às vezes, raivoso. É desses estados emocionais, especialmente, que surgem as doenças.

A doença não é um mal em si, mas um alerta de que na estrutura mental, nas programações mentais, têm alguma pendência a ser resolvida.

Por exemplo, um quadro de insegurança, sentimento de rejeição, autoestima muito baixa, dificuldade de relacionamento, fracasso profissional, dificuldade de prosperar, além de outros exemplos já citados anteriormente.

É por isso que muitas pessoas eliminam um câncer numa determinada parte do corpo e, depois, acabam desenvolvendo outro câncer novamente.

Neste caso, eliminou-se um câncer que se estabeleceu fisicamente, mas a causa ou causas que tendem a ser decorrentes de raivas intensas, tristezas e mágoas muito fortes, não foram superadas.

Assim, poderão enviar mais um aviso através de outro câncer.

Há muitas pesquisas que correlacionam as doenças e dores físicas com determinada emoção que causou o mal.

Tudo funciona de forma sistêmica

Outro aspecto importante a considerar é que tudo funciona de forma sistêmica, tudo está interligado e interdependente.

Vejamos, se uma pessoa vive tensa, nervosa e agitada, poderá comprometer o bom funcionamento do estômago que, por sua vez, poderá digerir mal os alimentos e comprometer todo o sistema digestivo e o sistema energético.

Portanto, as doenças querem nos comunicar algo que está além do visível, do perceptível.

Então, a pergunta a ser feita diante de qualquer doença é, o que isto quer me dizer? O que eu tenho que aprender com isso?

Para responder essas perguntas, precisamos caminhar em direção à causa do problema para alcançar uma cura efetiva e definitiva.

É por isso que o ser humano, não compreendendo a causa das doenças, não curando a origem do problema, vai sendo consumido até a morte pela doença.

A morte, portanto, deveria acontecer de forma natural, sem sofrimento e após longa vida, pelo menos 90, 100 anos.

Vamos nos programar para morrer de tanto viver e não morrermos doentes?

Texto de Vilson Rafael Stolf

Adaptação de Marcela Salomão

Facebook
Facebook
YouTube
Instagram
WhatsApp