O que você acha, a pessoa escolhe o que quer? O querer é uma escolha?

Se a pessoa pode escolher o que quer, por que as pessoas querem ser felizes e não conseguem? Querem ser prósperas e não conseguem? Querem emagrecer, ter uma boa casa, um bom carro, deixar de fumar, de beber, de drogar-se e não conseguem?

Precisamos compreender como funciona a nossa mente para poder responder as questões acima.

Segundo a Parapsicologia, linha científica e independente, o ser humano funciona sob duas funções mentais: o consciente que se faz presente quando estamos prestando atenção em algo, e o subconsciente que é a função que executa tudo o que acontece conosco, segundo o que nele está programado, independentemente da vontade ou do querer do consciente.

Assim, perceba que o querer é do consciente, mas a execução é do subconsciente, que pode ter programações contrárias ao querer.

Desse modo, se uma pessoa quiser algo, como por exemplo, a prosperidade, mas no subconsciente estiver programada pobreza, vida dura e difícil, então, é isso que o subconsciente irá atrair para essa pessoa.

Quando o querer não é uma escolha

Isso explica também porque a força de vontade é rapidamente superada por desânimo e fracasso. Tal força não teve uma programação correspondente no subconsciente, logo, uma força maior que a força de vontade é emanada do subconsciente pela programação contrária ao desejo consciente.

Portanto, respeitando todas as linhas de pesquisa que pensam diferente, o querer não é uma escolha.

Se a pessoa alcançou o que desejava, é porque havia uma programação correspondente no subconsciente. Ou seja, consciente e subconsciente estavam alinhados, mas quem atraiu o resultado foi o subconsciente, o executor de tudo o que acontece com o ser humano,  seja positivo ou negativo. 

Por isso, em Parapsicologia, atua-se sempre na instância profunda da mente – o subconsciente -, onde estão as programações a serem executadas pelo mesmo.

Desse modo, uma vez programado ou reprogramado, segundo o que o indivíduo deseja, o resultado será executado por força do subconsciente.

Texto do Prof. Vilson Stolf

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