Já escrevi sobre Prazer e satisfação e hoje vou escrever sobre a Felicidade. O que é felicidade? Como defini-la?

Em última instância, tudo o que o ser humano busca na vida é ser feliz.

A Felicidade é essencialmente racional. Só é efetiva e profundamente feliz, a pessoa que tiver certeza absoluta de encontrar-se em plena segurança; ter plena consciência de que tudo está perfeitamente bem em todas as áreas da vida e ainda sentir-se em plena sintonia e harmonia com as Leis Cósmicas.

A forma e a fórmula mais simples que as pessoas possuem para garantir esta segurança total, é a profunda num ser superior que provê todas as necessidades e ama plenamente a todos.  O provérbio Bíblico: “O Senhor é meu Pastor; e nada me faltará”, é exemplo dessa confiança e entrega  “nas mãos de Deus”.

Poucas pessoas conseguem viver tal plenitude, mas a ideia é estar o mais próximo possível de tal estado.

Aquele que vivencia, efetiva e profundamente, a Felicidade, dispensa o Prazer e a Satisfação e ignora a Dor e o Sofrimento.

 O oposto à Felicidade é o desespero

A pessoa que vivencia um desespero profundo, sem nenhuma perspectiva de ser feliz, procura essa possibilidade no prazer e, não encontrando respostas satisfatórias, mergulha no vazio do nada, desencadeando o choque da terrível solidão.

Não tem ninguém, não é de ninguém. Nada tem sentido, nada tem graça e tudo se torna impossível de ser alcançado. Então, no instinto de que fora da matéria, além do corpo físico, possa encontrar, enfim, a felicidade, elimina a matéria pelo suicídio, pondo um fim no insuportável sofrimento que se manifesta no corpo físico.

O suicida, no desespero, reage contra o impulso mais profundo e direto de todos os seres vivos e, para garantir a própria vida, destrói o próprio organismo.

No entanto, a Felicidade pode ser mais facilmente encontrada na simplicidade. No desapego, na observância dos verdadeiros valores, onde a vida tem mais sentido.

O ter e o prazer contribuem para a felicidade, mas a humanidade tem buscado unicamente esses dois valores. O ter e o prazer por si só, compulsivos, distanciam as pessoas da plenitude e da felicidade.

Portanto, veja o que de fato tem valor na sua vida e eu lhe digo, está em todos os valores vivenciados em equilíbrio.

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