De que forma a Parapsicologia pode contribuir com a vida de uma pessoa? Para responder essa pergunta, vou contar um pouco da minha experiência.

Em 1994, eu tive o primeiro contato com essa ciência por meio de uma Orientadora em Parapsicologia.

Havia muito tempo que eu estava confuso, meio perdido, sem rumo nas diversas áreas da minha vida: profissional, financeira, afetiva…

Na primeira sessão, a parapsicóloga já detectou que eu sempre exercera atividades profissionais que não tinham nada a ver com minha característica de personalidade e que, por isso, era malsucedido.

Afinal, o meu perfil tinha mais afinidade para lidar com as ciências humanas, coisa que eu nunca havia feito. 

Bem, após algumas sessões eu já estava bastante mudado em minha vida e, principalmente, decidido a estudar Parapsicologia.

 Senti-me tão seduzido pela clareza das constatações da terapeuta, que fiz Parapsicologia e Psicologia simultaneamente.

A formação em Parapsicologia

Sou da primeira turma de parapsicologia do Brasil.  Formei-me parapsicólogo em 1998, após três anos de muito estudo.

O entusiasmo foi tanto que, antes mesmo de me formar, me desfiz de uma microempresa para me dedicar exclusivamente à Parapsicologia. Eu me tornei outra pessoa a partir dessa formação!

O curso prima pela qualidade e, especialmente, para que o aluno se transforme a partir do profundo autoconhecimento, transformação pessoal e compreensão do ser humano como um todo.

Uma vez formado, passei a atuar como Hipnoterapeuta em Parapsicologia do Sistema Grisa e, ao longo de 22 anos atuei em Santa Catarina, no Paraná, São Paulo e Bahia.

Hoje, sou diretor do IPAPPI – PR, professor do curso de pós-graduação em Parapsicologia, editor de CDs, vídeos e textos sobre essa ciência.

Sinto-me cada vez mais realizado como profissional. Nunca mais tive dificuldades financeiras, nem nas áreas familiar, afetiva ou social.

Eu me sinto cada vez mais seguro e confiante. Tudo dá sempre certo em minha vida!

O grande sucesso e transformação se dá através do método que transforma o estudante de dentro para fora. Ele se descobre, se estrutura internamente, se encontra consigo mesmo, já que ele é o próprio laboratório.

E, como ele passou pelo processo e resolveu suas questões pessoais, está pronto para orientar pessoas com muita segurança, pois, se deu certo com ele, vai dar certo com os outros também.

Texto do Prof. Vilson Stolf

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