Como você escolhe as pessoas? Pela aparência ou por suas ideias? Ou, então, pelo conjunto? Que tipo de pessoa você é? Será que somos livres para atrair pessoas e ideias que de fato queremos?

O termo “pessoa” tem origem no latim, persona, que significa também máscara. É o ser visível, que se pode tocar, abraçar…

Podemos atrair apelo visual, pela aparência bonita,  pelo senso de estética ou elegância. Por outro lado, podemos conviver com pessoas por diversas razões que não, necessariamente, a beleza – segundo os padrões convencionais.

Alguns têm o privilégio de atrair aqueles providos com um conjunto de beleza, formação, caráter, bom-humor e valores considerados por eles fundamentais. Outros, no entanto, acabam atraindo justamente aquilo que não desejavam ou admiravam.

E você, como você é? Uma bela “máscara”? Uma pessoa de boa essência? Ou um conjunto completo?

Vimos nos últimos tempos que, às vezes, se dá muito mais valor à estética, a aparência, à “mascara” do que as pessoas são em sua essência.

 No entanto,  muitas frustrações decorrem desse tipo de relação, pois, quando cai a “máscara” e a pessoa revela sua pobreza interior, muitos casais acabam se separando após pouco tempo de um relacionamento mais íntimo, como num casamento, por exemplo.

O que determina o que você atrai?

Contudo, precisamos compreender, que nós não fazemos as escolhas porque queremos escolher determinada pessoa. Se assim fosse, ninguém escolheria uma situação ou convivência que levasse à frustração e ao sofrimento.

Todos somos levados a agir e escolher segundo padrões mentais subconscientes que, muitas vezes, são programações negativas, com imagens negativas de homem, de mulher sofrida e ideias atrapalhadas.

Portanto, é por conta dessas programações que o subconsciente, no seu automatismo cego e mecânico, atrai situações, pessoas e ideias correspondentes.

Desse modo, é importante que, primeiramente, nós nos conheçamos bem e nos construamos pessoas de muito boa índole, de boas ideias, boa mentalidade e, a partir disso, o subconsciente atrairá pessoas e situações semelhantes.

Por fim, queremos dizer que nós não somos um corpo. Nós somos uma essência, um ser invisível, uma energia que habita um corpo finito e que, com o passar dos anos, ele se vai, mas a nossa ideia, o caráter, quem nós fomos nessa estada no planeta terra, nunca vai desaparecer.

Então, o que você gostaria de deixar para a posteridade, pelo o que você gostaria de ser lembrado?

Texto de Vilson Stolf

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