Errar é feio? É vergonhoso? Você erra porque quer errar? Falha porque quer falhar?

“Quem nunca pecou, atire a primeira pedra” (Jo 8,1-11)

Somos todos naturalmente falíveis. Nenhum ser humano é perfeito. Somos seres em processo de desenvolvimento, inacabados. Todos sujeitos a atos atrapalhados.

Portanto, é da natureza humana, errar e acertar.

É muito importante que nos assumamos nessa, inevitável, condição.

Creio que se você se reconhece e se assume assim, já possa responder com clareza as perguntas feitas acima.

Se assim pudermos nos ver, o erro deixa de ter o peso de culpa, do pecado, da vergonha ou da feiura.

Devemos assumir a responsabilidade por algo que prejudicamos, fizemos mal ou que até comprometeu alguma situação ou pessoa.

 Porém, é fundamental que entendamos o resultado com naturalidade e nos comprometamos, numa próxima vez, a fazer melhor, diferente e assertivamente. É só o que está ao nosso alcance.

Ninguém erra por que quer errar!

Ficarmos nos lamentando, presos a algo que está feito e não temos como mudar, é puro desgaste e perda de tempo.

Façamos do problema uma oportunidade, um apoio para o pé e saltemos para frente, em vez de ficarmos estagnados diante da “pedra” dura e pesada como, muitas vezes, consideramos as situações.

Tudo o que fazemos ou deixamos de fazer é sempre uma tentativa de acerto. Ninguém falha porque quer falhar ou erra porque quer errar.

Se assim fizermos, nos desligamos de algo que foi negativo e podemos valorizar muito mais os acertos, que sempre são em maior número do que os erros.

Portanto, a importância do erro está em olhar para ele, deixá-lo em seu tamanho real, sem dar-lhe um peso que não tem. Além disso, perceba o que você pode aprender com ele, sem que fique preso a ele!

Liberte-se de seus problemas e habitue-se a perceber e valorizar mais seus acertos do que seus erros!

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