O medo de ficar sem dinheiro parece ser bem comum entre os brasileiros! Somos um país miscigenado e com uma descendência étnica constituída basicamente por africanos, indígenas (civilização da abundância), europeus e asiáticos (civilização da carência).

Os povos da civilização da carência são assim classificados devido às condições climáticas desfavoráveis que os obrigava a preocupar-se com a sobrevivência, tendo que estocar alimentos para o inverno.

Assim, passaram por situações de guerras e dificuldades que ameaçavam a sua sobrevivência.

Deste modo, esses povos contribuíram muito criando objetos de manutenção e conservação de alimentos, por exemplo, e seus descendentes acabaram trazendo, portanto, em seu subconsciente, o “medo da escassez”.

São povos que tendem a ser mais organizados financeiramente, gostam de armazenar e adquirir bens, pois carregam o medo de que venha a faltar. Trabalham muito! É como se subconsciente falasse: “Quem não trabalha, não come!”.

Muitas vezes, não se sentem nem no direito de descansar e estão sempre arrumando o que fazer.

A Civilização da Abundância

Por outro lado, os descendentes da civilização da abundância tiveram sua sobrevivência garantida pelas condições climáticas, não passando então, por grandes e difíceis invernos.

Bastava caçar, pescar e colher frutas para sobreviver. Viviam numa tranquilidade natural.

Hoje, muitas vezes passam por dificuldades financeiras, como se seu subconsciente falasse: “Onde come um, comem dez” ou “Fique tranquilo, sempre se dá um jeito”.

A Parapsicologia do Sistema Grisa vai auxiliar a pessoa que passa por esse conflito a se harmonizar, obtendo sucesso e prosperidade em sua vida.

Logo, perceba que a prosperidade não está relacionada apenas ao dinheiro, mas ao amor, ao sucesso, conforto, tempo, etc.

Portanto, seja qual for a sua crença com relação à prosperidade, ela pode ser modificadas agora! Fique de pé, abra bem os braços e diga: “Estou aberto e receptivo a tudo o que é bom”. Assuma essa postura e repita essa afirmação várias vezes ao dia.

Texto da Parapsicóloga Elis Brito – https://www.facebook.com/elisbritoparapsicologia/

Adaptação – Marcela Salomão

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